O nada às vezes nos consome. É o que preenche com exatidão alguns momentos da vida.
Sempre temos nada à dizer, nada que possamos fazer e mesmo assim o nada é o bastante.
A palavra nada assusta alguns, outros entristece, mas se não fosse o recheio do nada, nada seria suficiente.
Penso no nada como uma forma de tudo. Tudo que se quer é não deixar que nada estrague nossos planos. É escolher o nada como uma dia após o outro...
É planejar que nada vai separar vocês, ou que nada lhe dá tanta alegria quanto comer um chocolate numa tarde chuvosa.
Sem o nada, a vida seria diferente, mas nada seria igual!
domingo, 24 de outubro de 2010
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